Semana do Goleiro: o arqueiro alviverde, Fernando Prass

Atualizado: 24 de Jul de 2020

Como uma são paulina pode ser fã de um goleiro palmeirense? Bom, eu respondo para vocês... Desde quando nasci, no gol do meu time, sempre houve um ídolo: Rogério Ceni. Então ter um ídolo goleiro era "muito fácil". Em 2014, eu vi o Prass jogar pela primeira vez, e ele foi muito decisivo naquele ano, porque o Palmeiras estava para cair novamente. Mas quando ele voltou de lesão, conseguiu garantiu a permanência na Série A do Campeonato Brasileiro.


Desde então eu o acompanho e torço muito por ele. Torço para que ele possa ser convocado novamente para a Seleção, por ser merecedor e batalhador. Já o conheci pessoalmente e fique 4 horas na fila do lançamento do livro dele, para ganhar um autógrafo e conseguir mais uma foto.


Logo, como é "muito fácil" escrever sobre o M1TO, estou aqui para escrever sobre o ídolo palmeirense, o meu ídolo, que faz até gol de pênalti, como o R.Ceni. Mas não, não irei compará-los, falarei brevemente sobre três assuntos: a carreira do Prass; um dos jogos mais marcantes; e sua biografia #prass38.


Carreira:

Prass foi relevado pelo Grêmio, em 1998, mas teve poucas oportunidades de jogar, devido a presença do ídolo Danrlei. Com isso, foi emprestado ao Francana, e depois para o Vila Nova, onde conquistou o Campeonato Goiano de 2001. Um ano depois, foi para o Coxa, o arqueiro virou ídolo, vestiu a camisa por três anos e ganhou o Campeonato Paranaense de 2002.


Ao cumprir todo o contrato, foi para a Europa, jogar pelo União de Leiria, de Portugal, e permaneceu até 2008. Quando voltou ao Brasil, foi a vez do futebol carioca. De 2009 a 2012, defendeu o Vasco da Gama. Conquistou o Campeonato Brasileiro da Série B, assim que chegou e a Copa do Brasil em 2011. Em 2010, chegou a renovar o contrato por mais três anos, entretanto, no final de 2012, foi anunciado como reforço do Palmeiras. Que não contratava goleiro desde 2004.


Com a função de substituir um grande ídolo palmeirense, Marcos, Prass deu conta do recado. Hoje ele também é considerado ídolo alviverde e recuperou seu lugar embaixo das traves, mesmo após um bom desempenho do goleiro Jaílson, durante a segunda metade do ano passado. Com o Palmeiras, Prass conquistou o Brasileiro da Série B, em 2013, a Copa do Brasil de 2015, e o Brasileirão 2016.


Um dos jogos mais marcantes:

A final da Copa do Brasil, em 2015, contra o Santos, no Allianz Parque. Durante a competição, o Palmeiras já havia passado pela Vitória da Conquista, Sampaio Correa, ASA, Cruzeiro, Internacional e Fluminense. Na semi final contra o time carioca, a decisão foi para os pênaltis, e o Prass defendeu um. E a final não poderia ter outra história. No primeiro jogo, na Vila Belmiro, o Santos havia ganhado por 1x0. No jogo da volta, o Palmeiras fez 2 a 1, no tempo normal. E o campeão foi definido nas penalidades máximas.


Nas cobranças, o primeiro jogador a bater foi Marquinhos Gabriel, do Santos, que isolou a bola. Em seguida, Zé Roberto fez para o Palmeiras. Na segunda cobrança, foi a vez do goleirão Fernando Prass aparecer, e defender a batida do Gustavo Henrique. Depois Rafael Marques cobrou e o goleiro defendeu. Posteriormente todos os cobradores fizeram o gol. Entretanto, o último cobrador foi ele, Fernando Büttenbender Prass. Com uma bomba, ele deu o título ao Palmeiras. Que conquistou pela terceira vez a Copa do Brasil.


#Prass38

A conquista tem tamanha importância, que a capa do livro #prass38, é uma foto com a camisa do título. Em março deste ano, foi o lançamento do livro em São Paulo, e no mês de abril, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O livro, que foi escrito pelo jornalista Andrei Kampff, conta a história de Prass, desde criança até a superação da última lesão do arqueiro, e a volta aos gramados. Com uma narrativa emocionante, Andrei conta detalhadamente cada passo do gaúcho. Que hoje, sonha novamente com a Seleção.


“Sim, ele estava pronto para voltar, ainda em 2016, contrariando todas as previsões. Faltando apenas três dias para completar quatro meses de ausência, ele voltou depois de fraturar o sonho de toda uma vida. E foi muito mais emocionante do que na imaginação e desejos do goleiro".

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