Uma história de amor e superação com a Portuguesa

Atualizado: 25 de Jul de 2020

Quem frequenta o Canindé para acompanhar os jogos da Lusa não pode deixar de notar uma curiosa figura que parece ter presença obrigatória no estádio: Antônio Dionísio, mais conhecido como Kaverna, com K como ele mesmo faz questão de enfatizar, tem 77 anos e desde 1980 acompanha a Portuguesa.

Como único torcedor lusitano da família, presenciou os tempos de glória do clube e os grandes ídolos, como Badeco, e acredita na ressurreição da equipe que, atualmente, encontra-se na série A-2 do Paulistão, e foi recentemente eliminada na série D do Brasileiro. Sua única esperança é levantar a taça da Copa Paulista para ter a chance de disputar algum torneio de nível nacional em 2018. “Eu tenho certeza que ela vai sair dessa situação, já tem gente trabalhando para ela sair".

Mas a história entre Kaverna e Portuguesa vai muito além das quatro linhas. Em entrevista ao Portal Uol, o torcedor contou que nasceu no Ceará e chegou em São Paulo no ano de 1965. Nessa época, era alcoólatra, até que certo dia um português propôs uma condição: caso largasse o álcool, ganharia um título de sócio do clube. A ideia foi bem-sucedida, e Kaverna chegou a trabalhar na piscina do Canindé como salva-vidas. Foi aí que ganhou o apelido de “Capitão Caverna”, referência à personagem do desenho animado.

Apesar dos momentos difíceis, ele expressa, de forma confiante, o sentimento de toda uma nação de lusitanos Brasil à fora. “A Portuguesa é grande” e “Não tem que abaixar a cabeça para ninguém não”.

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