As tais 4 forças paulistas na nova temporada

Atualizado: Jul 25

Após pouco mais de um mês sem jogos oficiais, os grandes de São Paulo, enfim, retomaram seus trabalhos. Com duas rodadas concluídas no estadual, ainda não é possível prever o que cada time conseguirá produzir na temporada, porém, fora dos gramados, novamente surge a história das quatros forças paulistas, tão famosa em 2017.

Quem não se lembra de todos os veículos de comunicação taxarem, o então campeão brasileiro, Palmeiras como o melhor do estado? Em seguida, vinham Santos, na época vice-campeão do nacional e São Paulo, que contratara como técnico seu grande ídolo Rogério Ceni. No fim da fila estava o Corinthians, que pouco se reforçara e era comandado pelo jovem Fábio Carille. Tendo como mantra ser a quarta força, o alvinegro de Itaquera obteve uma consistência tática, ganhou clássicos e levou para seu memorial as taças do Paulistão e do Brasileirão.

Neste ano, novamente há um consenso no topo desta listinha de forças: o Palmeiras continua sendo o time a ser batido. Com uma base milionária e com contratações pontuais, o alviverde possui um elenco virtuoso, permitindo que seu novo treinador, Roger Machado, desenvolva diferentes esquemas de jogo. Resta saber se tantas estrelas realmente formarão um coletivo eficiente. Contra o Santo André, o time agradou os torcedores e deu indícios que brigará por todos os títulos que disputará em 2018.

Ao se livrar do rebaixamento do Brasileiro passado, a torcida são paulina objetivava uma estreia de temporada satisfatória, todavia, sem ganhar nenhum dos dois jogos até agora, o tricolor tem seu pior início no Campeonato Paulista desde 2010. A ideia da comissão técnica era promover alternâncias de jogadores neste mês, mas a pressão externa já chegou ao clube e Diego Souza, a principal contratação até o momento, teve sua apresentação antecipada. O time do Morumbi é a grande incógnita do momento.

Com as saídas de Lucas Lima e Ricardo Oliveira, o Santos, do agora Jair Ventura, empolgou na abertura do Paulista, mas tropeçou em casa contra o Bragantino. O novo treinador até agora não teve tempo de impor totalmente suas estratégias, mas pesa o fato de ter que lidar com as poucas opções no grupo de atletas. A tendência é apostar na base, que há anos mostra-se uma receita bem sucedida dentro de campo.

Mesmo sem a tensão de 2017, o Corinthians mais uma vez não é o grande favorito do ano. Tem como crédito suas recentes conquistas, mas ao perder Jô e Guilherme Arana e não trazer reforços estonteantes, uma luz de alerta foi acessa. O time tropeçou no início do campeonato contra a Ponte Preta em seu retorno ao Pacaembu, mas se recuperou com uma goleada na segunda rodada. A torcida espera a contratação de um centroavante certeiro, no entanto, reza a lenda que novidades só virão após as eleições no Parque São Jorge.

Em um cenário enigmático e de inconstâncias, a única promessa é que os times do interior não entrarão no campeonato para serem meros coadjuvantes das quatro forças paulistas.

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do Futebol Por Elas

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