1984: Independiente, o Rei de Copas

Atualizado: Jul 26

Garantir uma simples vitória no primeiro jogo da grande final é um objetivo que pode dar tranquilidade a uma equipe para o jogo de volta, principalmente, quando a decisão é no seu estádio e com o apoio de sua torcida. Foi assim, que o Independiente conquistou o seu heptacampeonato na Libertadores.

A 25ª edição do torneio, reuniu 21 equipes, o Brasil foi representado pelo Grêmio (campeão de 1983), Flamengo (campeão Brasileiro) e Santos (vice-campeão). Em 75 partidas, foram marcados 178 gols. O melhor ataque foi do Flamengo, com 19 gols marcados.

O Independiente teve a sua trajetória iniciada no Grupo 1, onde enfrentou o Olímpia, o Sportivo Luqueño e o Estudiantes. Garantiu a liderança com nove pontos, foram quatro vitórias um empate e uma derrota.

Na semifinal, o seu grupo tinha como componentes o Nacional e o Universidad Católica. O Independiente venceu duas partidas e empatou outras duas. Já o Grêmio, teve como adversários o Flamengo e o Universidad de Los Andes. Conquistou três vitórias e apenas uma derrota.


Com situações parecidas, Independiente e Grêmio foram para a final. A equipe gaúcha tinha o sonho de conquistar o bicampeonato de forma consecutiva, já os argentinos, o heptacampeonato. O primeiro jogo foi realizado no estádio Olímpico, e apesar do apoio de sua torcida, os tricolores foram derrotados pelo visitante por 1 a 0. Com a pequena vantagem, o Independiente realizou o jogo de volta em seus domínios. Mais de 40 mil pessoas lotaram o estádio de Avellaneda, e apesar das chances criadas, as redes não balançaram. O que beneficiou os argentinos que correram para o braço e festejaram a sétima taça.

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