2003: a conquista de mais uma taça do Boca nos gramados do Morumbi

Atualizado: Jul 26

O monstro do futebol, Boca Juniors, teve uma recaída em 2002 com a saída do técnico Bianchi e a chegada do uruguaio Óscar Tabarez. Com isso, os torcedores mal-acostumados, pressionaram e conseguiram o retorno do mago Carlos Bianchi.

A torcida voltou a sonhar com a conquista de mais um caneco, após o xodó dos xeneize estar de volta. Afinal já acumulava três canecos. Mas, este ano o técnico contava com peças a menos, como a saída do maestro Riquelme. Com saídas e chegadas, Bianchi soube encaixar a juventude com a experiencia e formou uma equipe imbatível, como sempre. Na fase de grupos, a equipe não deu um show como esperado, mas conseguiram a classificação para as oitavas de final.

O time argentino venceu três jogos, empatou dois e perdeu apenas um jogo. Nas oitavas, o inesperado aconteceu, o Paysandu-BRA, bateu o time argentino na Bombonera lotada. Repercussão na certa, mas na volta, o Boca mostrou que a derrota havia sido um acidente e goleou o time brasileiro por 4 a 2. Depois disso, nas quartas o imbatível Boca eliminou Cobreola, nas quartas e América de Cali, nas semifinais. E então, chegava a mais uma final de Libertadores.

Mais uma final argentina e brasileira, dessa vez contra o time da vila, o Santos. O atual campeão tinha uma vantagem, pois contava com um técnico expert em libertadores. Já o Santos contava com grandes nomes: Robinho e Diego. Em casa, o Boca garantiu por 2 a 0, dificultando para o Santos no jogo de volta. A decisão foi no Morumbi, o triunfal Boca já se sentia em casa e goleou o Santos, conquistando seu quinto título em terra brasileira. Com uma década espetacular, o técnico Bianchi entrou para história com o maior número de títulos na Libertadores.

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