Do cemitério aos gramados de futebol

Atualizado: Jul 26

Se você é daquelas pessoas que não conseguem nem passar na calçada de um cemitério, que já sente um friozinho na barriga... Xiiii! A história de hoje é de arrepiar! Nosso personagem é Carlos Alberto, o árbitro coveiro, mais conhecido entre seus colegas como “Cova”! Você não leu errado não, é isso mesmo, Carlos é conhecido por esse apelido!

Assim como toda criança, Carlos Alberto sonhou em ser um grande jogador de futebol, mas não conseguiu fazer carreira jogando. E para conseguir o seu sustento, começou a trabalhar ainda jovem como coveiro no cemitério público da zona Norte de Natal.

Sua vida seguia normal e o Cova gostava da sua profissão. E em uma bela manhã de domingo de 2011, ele estava cumprindo seu expediente, contudo não havia serviço naquele dia, sendo assim Carlos resolveu assistir a final do Mundial de Clubes, e o que mais lhe chamou atenção foram os árbitros daquela partida.

O potiguar então resolveu fazer o curso pela Federação Norte-riograndense de futebol e após sua formatura o "coveiro", trocou a pá pelo apito. "Ser coveiro e juiz, tem uma certa semelhança. Ali no campo o juiz é autoridade máxima, e no cemitério, o coveiro também é! Pois dizem que o coveiro é igual à delegado, depois que ele prende, ninguém mais solta", comenta Carlos Alberto.

O árbitro se orgulha da antiga profissão, mas confessa que se sente muito melhor dentro dos gramados. E aí, alguém vai querer CAVAR um pênalti, quando o árbitro coveiro estiver apitando seu jogo?

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