Nike lança campanha pela luta de espaço da mulher no futebol


Na semana das mulheres, o pontapé inicial da campanha está sendo a primeira exposição do país a céu aberto sobre futebol feminino


Na semana das mulheres, o pontapé inicial da campanha está sendo a primeira exposição do país a céu aberto sobre futebol feminino em toda extensão da Avenida Paulista, em São Paulo. Desde o dia 5 até 11 de março é possível conferir a história das guerreiras que lutaram – e lutam até hoje – pelo espaço da mulher no futebol, transformando um sonho distante em algo real.

Com apoio da CBF e curadoria do Museu do Futebol, a campanha da Nike promete elevar o nível do desenvolvimento do futebol feminino no Brasil. Diante disso, buscam mostrar a importância das mulheres no esporte brasileiro com reconhecimento, destaque e apoio às atletas.

"Se para a Nike o esporte é um agente de transformação, para nós, brasileiros, essa transformação só é possível com uma mudança de mentalidade no futebol. Essa campanha é o começo de uma jornada com a qual vamos aumentar a participação feminina no esporte. Queremos que, um dia, no Brasil, o futebol e todas as outras modalidades se tornem um hábito diário para as mulheres”, diz Martina Valle, diretora de marca para mulheres da Nike do Brasil.

MANIFESTO A intervenção narra a história em ordem cronológica, que vai desde os primeiros registros de um time feminino no país, passando pelo ano de 1941, quando um decreto proibiu oficialmente a prática do esporte por mulheres. Das primeiras mulheres que ousaram sonhar e criar uma equipe feminina de futebol, em 1958, até os dias atuais. Entre os momentos e personagens marcantes dessa trajetória, que foram chamadas de loucas pelo simples fato de acreditar em seus sonhos, a exposição destaca a história de Léa Campos, a primeira mulher no mundo que ousou apitar uma partida de futebol; o nascimento do primeiro time oficial 100% feminino; o primeiro campeonato Mundial em 1991, na China; a conquista do Tetra Campeonato Sul-Americano; a consolidação da Seleção Brasileira nos anos 2000; o hepta Sul-Americano, e o fato então inédito na trajetória do futebol feminino: a primeira seleção permanente mantida pela CBF. O intuito é levar ao público uma reflexão sobre o papel da mulher no futebol brasileiro, e também destacar as histórias individuais de jogadoras contemporâneas como Andressa Alves, Andressinha, Bia Zaneratto e Adriana Silva. A exposição traz um manifesto dedicado “Às loucas” entre oito instalações espalhadas pela avenida, começando na Consolação até o Paraíso, e é dedicada às mulheres que encaram o desafio de entrar no mundo hegemonicamente masculino do futebol.

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