Messi, a estrela que brilha sozinha

Atualizado: 25 de Jul de 2020

Messi fez de tudo, e foi o único que fez, mas não conseguiu evitar o resultado catastrófico no amistoso, derrota por 3 a 1, contra a Venezuela e, como se isso já não fosse suficientemente ruim, o argentino ainda sofreu uma lesão que o afastou dos gramados.

(Foto: Juan Medina/Reuters)

​Messi não é um jogador de grandes estrelismos, o que importa para ele é a bola. Nunca o vimos contar vantagem de ter cinco bolas de ouro ou contar vantagem de seus dribles espetaculares. Se formos contar as vezes que fez firula, não vamos precisar nem dos cinco dedos de uma mão. A qualidade de Messi é incontestável, apesar de ser inevitável não notar que ele não rende na seleção argentina o que rende no Barcelona.

A grande questão no embate Barcelona x Argentina é que no Barcelona o time joga para ele e com ele. O talento extraordinário de Messi faz com que tudo no clube gire ao seu redor e isso faz com que o máximo de seu potencial seja utilizado e ele o faz muito bem. O trabalho em grupo é o que o faz sobressair na individualidade.

Já na seleção argentina, Messi não tem um time que lhe dê condições de jogar em alto nível e ainda o criticam por não conseguir acabar com um jogo de onze contra um. A qualidade individual faz sim muita diferença, mas somente em detalhes, sozinho é difícil um único jogador ganhar uma competição.

Infelizmente (ou felizmente) a Argentina não tem mais jogadores de peso que possam atender a expectativa da torcida e culpa cai em Messi, um dos melhores do mundo que não consegue ganhar uma Copa do Mundo sozinho.

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