Boca Juniors anuncia profissionalização do futebol feminino


A luta das jogadoras pela profissionalização do futebol feminino começa a surtir efeito na Argentina. Na última sexta-feira (9) mais um time atendeu as exigências da Associação de Futebol da Argentina (AFA) e anunciou a profissionalização do elenco: o Boca Juniors.

O clube do bairro de La Boca assinou contrato profissional com 21 jogadoras, o maior número em comparação a San Lorenzo e River Plate, que contrataram 15 atletas, cada, além do UAI Urquiza. Os clubes se preparam para estreiar no primeiro Campeonato Argentino Feminino Profissional que começa em setembro.

As primeiras jogadoras do Boca são as goleiras Abigail Chaves, Laurina Oliveros e Dulce Tortolo, as defensoras Julieta Cruz, Noelia Espíndola, Julieta Gergo, Cecilia Ghigo, Ludmina Manicler e Eliana Stábile, as meias Lorena Benítez, Camila Gómez Ares, Florencia Quiñones, Fabiana Vallejos e Constanza Vázquez, e as atacantes Micaela Cabrera, Clarisa Huber, Andrea Ojeda, Estefanía Palomar, Fanny Rodríguez, Yamila Rodríguez e Carolina Troncoso.

O futebol feminino argentino vive um grande momento dentro dos gramados. A seleção do país foi vice-campeã dos Jogos Pan-Americanos também na última sexta-feira (9) e ainda conquistou os primeiros pontos na história da Copa do Mundo na última edição do torneio.

A evolução não seria possível sem a união das jogadoras em prol da modalidade. Cada vez mais as atletas tem voz ativa, como a camisa 10 e capitã da seleção, Estefania Banini, além de Florencia Bonsegundo e Ruth Bravo, que foram cortadas dos Jogos Pan-Americanos por não compartilharem do mesmo pensamento que a comissão técnica.

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