#4anosFPE: o esporte que escolhi amar

Atualizado: Jul 25

Aquele esporte que tanta gente diz ser apenas um jogo é um dos responsáveis por fazer o meu coração bater mais forte desde muito cedo. Mais do que isso, o futebol me fez escolher a minha profissão: o jornalismo. Ou o jornalismo me escolheu?

A resposta? Não sei. A minha única certeza é que nessa história de amar o futebol eu ganhei duas paixões: o Palmeiras e o São Caetano. Dois times que hoje estão em situações distintas, mas que são capazes de despertar as mesmas sensações no apitar de cada nova partida, seja ela do Campeonato Brasileiro ou da Copa Paulista.

A verdade é que tenho poucas lembranças da minha relação com o futebol antes dos meus oito anos, mas nem por isso esqueço da coleção de camisas de times que nem eram os meus, dos ingressos de jogos que até hoje são guardados dentro de uma caixinha de madeira e da emoção de entrar em um estádio pela primeira vez… Aliás, em todas as vezes. O tempo passa, mas a vontade de respirar o futebol é maior a cada dia.

Nada de anormal para quem nasceu em uma família de apaixonados pelo futebol. Da mãe que já foi corintiana fanática, mas que passou a ser palmeirense para torcer com a filha, do pai são paulino que adora virar comentarista esportivo nas horas vagas e do avô palmeirense que me ensinou muito mais do que amar o que acontece dentro das quatro linhas… Afinal, como diz Nelson Rodrigues, “em futebol o pior cego é o que só vê a bola”. Por isso, há um ano tenho a oportunidade de fazer parte da família Futebol Por Elas e mostrar, também, o que acontece nas arquibancadas, nas redes sociais ou as inquietações esportivas do meu próprio coração. Que esse projeto continue sendo referência quando o assunto é a disseminação de informações e a inclusão das mulheres no futebol.

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