#4anosFPE: o esporte que escolhi

Atualizado: Jul 25

Fico tentando lembrar quando eu comecei a gostar de futebol, e a resposta é: não sei. Me lembro desde sempre de torcer e assistir jogos. Consigo sentir o cheiro das finais da Copa do Mundo de quando era criança.

Meu pai vascaíno, minha mãe gremista... E me tornei mais uma da nação rubro-negra, fato que se fortaleceu ainda mais após o nascimento dos meus dois filhos. Theo, o mais velho, joga desde os quatro anos de idade. Miguel com seis conta os dias pra bater bola na praia com o avô.

É muito louco que numa sociedade assim, seja eu, a mãe, quem leva o futebol pra dentro de casa e usa o esporte para unir ainda mais nossas vontades. Todo jogo de campeonato do Theo é uma alegria, todos os jogos do Brasil são de reunião, e quando o Mengão entra em campo é dia de dar aquela zoada no avô.

Ser mulher que gosta de futebol e participa ativamente dos compromissos futebolísticos da família me faz ver muita coisa inacreditável (principalmente vindo de pais), mas também me leva ao encontro do esporte que eu quero ver daqui alguns anos, do lado cruel da dificuldade de ter essa paixão como trabalho, ao sentimento de felicidade em ver que o futebol pode formar grandes seres humanos.

Eu não sei o que o futebol nos trará no futuro, mas o escolheria mil vezes novamente.

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