• Márcia Becker

Clubes catarinenses dão exemplo de solidariedade

Atualizado: Jul 24

O mundo vive uma pandemia que já infectou mais de três milhões de pessoas e matou mais de 208 mil, os números são alarmantes, mas diante disso tudo podemos tirar algo bom: a solidariedade, que se espalhou nos continentes. As pessoas passaram a se importar mais uma com as outras, algo que foi deixado de lado na correria do dia a dia.


E o que isso tem a ver com o futebol? Simples, o futebol sempre foi um esporte de união, de paixão, de quebrar tabus, de buscar igualdade e, novamente mostra o quanto é importante para as pessoas. Os clubes deixaram a rivalidade em campo, para se dedicar a algo maior: a vida.


Em todo planeta, os times se unem na tentativa de dar o mínimo para quem não tem e que nesse momento de crise, precisa do básico para poder sobreviver. Aqui, em Santa Catarina, não é diferente. O futebol importa sim, ele pode ser muito mais do que só 11 pessoas correndo atrás de uma bola.


E enquanto o Campeonato Catarinense não volta, Avaí, Chapecoense, Criciúma, Figueirense, Joinville e tantos outros do estado, se uniram para tentar ajudar o próximo. Colocaram suas estruturas à disposição do governo do estado para se transformarem em hospitais de campanha para receber pacientes em tratamento contra o Covid-19.


E não para por aí… Os clubes do estado também criaram máscaras personalizadas com o escudo do time para à venda e estão destinando parte do valor para entidades que precisam. Uma iniciativa que serve para alertar sobre a gravidade do atual momento que vive o país e o mundo.



O Criciúma criou um ponto de coleta de doações no estádio Heriberto Hülse, onde os moradores trocaram alimentos por álcool em gel. Os torcedores e afins, puderam deixar alimentos e produtos de higiene no estádio do Marcílio Dias.


Os dois times do Norte do estado foram ainda mais criativos e criaram uma “partida virtual”, onde os torcedores compraram “ingressos” a R$ 10 e a cada R$ 150 era equivalente a um gol. O JEC ainda usou um trio elétrico para pegar as doações nas casas das pessoas, e o Moleque Travesso fez um “drive-thru” solidário.


Todos os clubes estão fazendo sua parte, tentando incentivar cada vez mais as torcidas a se unirem para fazer o bem, porque neste momento não importa a cor do time, nem quem tem o time mais caro ou o melhor jogador, mas sim, a quantidade de pessoas que será beneficiada por cada iniciativa.

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