• Giulia Prata

Futebol feminino e a saga de ser o segundo plano

A paralisação da maioria das atividades ocasionada pela pandemia do Covid-19 afetou e vem afetando diversos departamentos, inclusive o mundo esportivo. No futebol, todas as categorias foram e estão sendo prejudicadas. Treinos, jogos, parcerias, preparo dos atletas, já não é mais novidade que tudo isso vem passando por um replanejamento.


No Brasil, clubes do futebol masculino adotam medidas e retornam aos trabalhos. Já no futebol feminino o cenário é bem diferente. O futuro profissional das atletas passa por um momento de indefinição e elas aguardam um posicionamento sobre a temporada.


Apesar de muitos pontos indeterminados, a CBF anunciou que o retorno do Brasileiro Feminino da Série A1 será em 26 de agosto, Mas o acompanhamento e o preparo das atletas continua sendo à distância.


Neste momento, pouco se fala sobre investimentos e ações voltadas para este setor e muito se discute sobre o fato da categoria feminina estar sempre em segundo plano.


O fato é que esta pandemia evidenciou ainda mais a realidade do futebol feminino no Brasil. Para muitas das atletas, a estrutura é tão fraca, que não basta investir no futebol feminino da mesma forma que investe no masculino. Mas essa não é, nem de longe a realidade. É necessário um investimento extra. É necessário valorização de todas essas profissionais e dessa categoria que tem muito a mostrar.

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