• Taísi Sorrini

Os desafios do futebol feminino pós-pandemia é pauta de encontro virtual

O futebol feminino sempre enfrentou grandes desafios no Brasil, e nos últimos meses se deparou com o contratempo da pandemia de Covid-19. Nesse sentido, o Museu do Futebol promoveu um debate para discutir esse assunto tão importante que atinge diretamente o país, abordando estratégias para a modalidade superar mais esse obstáculo.


Após longo período de quarentena por conta da pandemia de Corona vírus, a Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino retomará as atividades dentro de campo a partir do dia 26 de agosto, data confirmada pelo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo.


Na última quarta-feira (15), a competição completou quatro meses de recessão e ao longo desse período, os 16 clubes que participam da disputa se depararam com diversas dificuldades. A principal delas, sem dúvida, foi o desmonte das equipes e a saída de atletas estratégicas, desconfigurando completamente a base técnica dos times. Paralelamente, devido as incertezas associadas a crise de saúde pública provocada pela Covid-19, grande parte dos clubes que competem pelo brasileiro não planejaram um calendário de retomada das atividades, incluindo o reinício dos treinos.


Diante desse cenário, é certo que as equipes femininas enfrentarão grandes adversidades com o retorno dos jogos no campeonato mais importante disputado pela modalidade no Brasil. Nesse sentindo, pensando em discutir os obstáculos e traçar os planos de superação de tais problemas, o Museu do Futebol de São Paulo promoveu no último sábado (11), um encontro intitulado “O futuro do Futebol Feminino Pós-Pandemia”, transmitido online para todo país por meio das redes sociais do Museu.


No importante bate-papo estavam presentes personalidades renomadas da modalidade no Brasil, dentre elas Aline Pellegrino, diretora de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol. E em uma das suas colocações, a ex-jogadora destacou a importância das atenções se voltarem para o enfrentamento dessas dificuldades, realidade que atingirá todos os times, sejam grandes ou pequenos.


A jornalista Elaine Trevisan mediou o diálogo, que além da presença da ex-zagueira, também contou com as falas de Emily Lima (ex-técnica da seleção brasileira e atual comandante da seleção equatoriana), Duda Luizelli (coordenadora técnica de futebol feminino do Internacional), Solange Bastos (ex-jogadora da seleção brasileira e atual auxiliar técnica do Bahia) e Amanda Storck (gerente de futebol feminino do Fluminense).


A iniciativa foi realizada pelo Cinema na Rede e teve apoio da Federação Paulista de Futebol (FPF), Acervo da Bola, A Vitrine do Futebol Feminino, Paulistão Feminino, Dibradoras e Esporte Clube Bahia.


Caso tenha perdido esse encontro incrível, o canal oficial do Museu do Futebol no Youtube disponibilizou, na íntegra, o debate. Para assisti-lo clique aqui.

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